14 fevereiro 2013

JARDIM VERTICAL

De acordo com os padrões de vida em grandes centros urbanos ultimamente nos vemos cada vez mais confinados a viver em espaços  cada vez menores - os "apertamentos". Por isso, fica bem mais difícil aos amantes da natureza de conseguirem aquele cantinho tão desejado para colocar suas plantinhas.

Pensando nisso, esse post traz algumas dicas de como podemos aproveitar os mínimos espaços que temos para conseguir um pouco mais de contato com a natureza e trazer mais de verde para dentro de casa.


Alguns vasinhos de plantas na varanda são bem comuns, mas o que dizer de pendurar um quadro verde como esse? Gostou da ideia? É só conseguir uma tela de galinheiro, prender algumas placas de xaxim nessa tela, emoldurar e pendurar na parede! Basta borrifar água para mantê-las sempre verdinhas, sem comprometer a sua parede com a umidade.

Mas antes de te despertar para outras formas de conseguir seu próprio jardim vertical, também gostaria de mostrar  alguns projetos bem ousados, que utilizaram um jardim vertical nas empenas cegas das fachadas. Vejam!



Você deve estar se perguntando nesse momento: "Nossa, mas a manutenção deve ser caríssima! Aposto que devem ter muitos problemas de infiltração!"

Mas é por isso que eu investi nesse post. Hoje em dia, com tanta tecnologia e tantas novas boas ideias já é possível manter um jardim desse com poucos recursos e com apenas um único ponto de água. Sim, você pode ter um jardim vertical em sua casa sem muita dor de cabeça!

Pense pelo lado vantajoso também: Com um jardim desses, além de trazer mais beleza natural para seus espaços, você ainda consegue melhorar o conforto ambiental interno de seus ambientes. Veja nos projetos acima, uma fachada inteira protegida da insolação direta! Genial e natural! 

Assim é possível economizar no uso do ar-condicionado e na conta de luz! Pensando em proporções maiores, você também contribuirá para amenizar as ondas de calor do microclima local e diminuir a exploração de recursos naturais não renováveis (como exemplo, a energia para o uso do ar-condicionado).

Claro que você pode começar com projetos menos ambiciosos, como é o caso das próximas imagens. Você pode tirar proveito daquele seu pedacinho de muro e transformá-lo em um belo jardim. Uma boa vantagem é manter o espaço interno liberado para colocar mesas e cadeiras para uma refeição ao ar livre.




Se você tiver coragem e empolgação suficiente, também pode trazer seu jardim vertical para a sala, como mostrados nas imagens a seguir. Duas ideias que vão depender do seu tempo para o cuidado com as plantas. Também é necessário conhecer bem as espécies que vão se adaptar melhor ao espaço interno.



Mas se você é um aprendiz de primeira viagem e não quer deixar de testar suas habilidades para ter um cantinho verde em sua casa, aí vão mais duas dicas de jardins verticais mais simples que cabem em qualquer espaço.



Essa última ideia é bem simples. Basta adquirir um palete (em lojas de material de construção) e moldá-lo da maneira que você desejar, criando quadros menores e depois fixar placas de xaxim no fundo, onde as plantas poderão ser fixadas com pedaços de arame, até que elas consigam se fixar sozinhas. Para a irrigação, basta borrifar água, para não estragar ou umedecer sua parede. Essas propostas ficam ótimas em varandas!

Animaram? Então providenciem logo seus espaços verdes!


SUSTENTABILIDADE NOS PROJETOS

Você já parou para pensar que em todos os ambientes de sua casa podem ter um toque de sustentabilidade?

Hoje em dia se ouve muito falar sobre sustentabilidade e produtos sustentáveis, mas até quando já podemos incorporar tais conceitos em nosso cotidiano?

Pois bem, foi pensando nisso que resolvi escrever mais essa matéria e dar algumas sugestões.

Alguns projetos de arquitetura bem ousados já incorporam o reaproveitamento de materiais de formas bem inusitadas, como é o caso desse auditório que tem um teto todo revestido com garrafas de cerveja. Nessa proposta, as garrafas tem uma função bem especial de promover uma melhor acústica do espaço. Com seu desenho tortuoso e em alturas diferenciadas, seu desenho incrível consegue aliar uma ótima função para um material que seria descartado.


Outra maneira de aproveitar as garrafas no mesmo projeto, foi na criação dos biombos, no hall principal do auditório. De uma forma mais simples, as garrafas foram encaixadas dentro de um caixilho (moldura) de madeira. Essa é uma ideia que se aproxima do que podemos fazer em nossa própria casa. Que tal um biombo como esse para criar um hall de entrada ou dividir uma sala em dois ambientes?


Tá certo, vamos combinar que ainda é um pouco complicado de usar essas opções acima no dia-a-dia. Por isso, vamos explorar outras opções?

No exemplo abaixo, uma ideia muito simples de deixar o seu espaço mais personalizado é a de instalar uma escada velha de madeira na parede e transformá-la em prateleiras de livros. Você ainda pode dividi-la ao meio e colocar no canto de sua sala, por exemplo.


Mas, o que mais pode ser aproveitado?

Voltando a falar de garrafas, elas podem se transformar em um belo abajur com cúpula estampada (na foto foi utilizada uma garrafa de vinho) ou uma cortina (de garrafas PET) com formato inusitado para dividir ambientes. Vamos adotar essas ideias?




Ah, outra ideia interessante. Sabe aquelas caixas plásticas de supermercado? Então, elas também podem ter um lugar especial. Olhem só a próxima ideia. As caixas se transformaram em uma imensa luminária. Claro, na sua casa você pode manter uma proporção menor, ok?


Essas caixas já podem ser incorporadas de várias formas. A mais divulgada é a de estantes em módulos. Então aí vai a última dica desse post: um escritório todo montado com caixas de feira que configuram uma estante belíssima, para impressionar seus clientes. Elas também podem ser utilizadas em menor quantidade para criar em sua sala uma estante ,um sapateiro, uma cristaleira, enfim... deixe sua criatividade comandar!


Essas são dicas fáceis e muito baratas de deixar seus espaços com um estilo diferente e totalmente responsável.

Depois dessas dicas, espero que meus queridos leitores se tornem um pouco mais adeptos dos conceitos de sustentabilidade e que possam deixar a criatividade rolar para reaproveitar materiais e criar novos usos.





31 janeiro 2013

CADÊ A CABECEIRA?

Comprei uma cama box de casal para poder me esparramar, mas depois que ela chegou fiquei incomodado, parecia que tava faltando alguma coisa. Quando deitei nela pela primeira vez percebi que o que faltava era a cabeceira! Me esqueci completamente disso na hora que fiz minhas pesquisas.

O jeito foi buscar alguma alternativa que eu pudesse adaptar ao modelo de minha cama.
Nessas pesquisas acabei me deparando com muitas ideias boas que eu gostaria de compartilhar aqui com vocês.
O primeiro modelo mostra uma cabeceira de couro preto, com costuras. Achei ótima a altura e a largura desse modelo. Também gostei muito da parede cinza de fundo, com os quadros que parecem estar apoiados na cabeceira. Acho que sou mais discreto e usaria algumas fotos de paisagem em preto e branco.
Um detalhe que eu achei muito bem pensado foi a prateleira na parede lateral que funciona como criado.


O segundo modelo é mais complexo, mas achei muito bonito! Esse eu conheci pessoalmente, no evento Casa Cor Rio de Janeiro 2012. Com um ambiente bem alternativo, com parede de tijolos cerâmicos maciços, ficou bem legal a estrutura toda preta. Gostei muito do banco em frente a cama e o tapete de quadrinhos estampados. Ficou muito interessante a composição assimétrica dos criados!


O terceiro e último modelo é uma forma bem interessante de aproveitar materiais e deixar o ambiente aconchegante, com o uso de madeira de paletes. Nessa composição foi instalada a cabeceira em toda a largura da parede e colocaram pontos de luz dentro da estrutura. A parte de cima ainda serviu de prateleira para apoiar quadros e objetos decorativos.
Achei interessantíssima a prateleira acima dos cubos que funcionam como criado-mudo!


Bom, espero que tenham gostado do post e das dicas! Até a próxima!

SOBRE SUSTENTABILIDADE...


Ultimamente tem-se ouvido falar muito a respeito de sustentabilidade. Esse conceito vem mexendo com a cabeça de muita gente e influenciando muitos consumidores. Ao escolher produtos e serviços, muitos deles tendem a dar preferência aos produtos sustentáveis, orgânicos, minimizadores de impactos ambientais, enfim... uma porção de definições que acabam confundindo a cabeça de muita gente.

Diante dessa tendência ambiental, gostaria de esclarecer alguns conceitos que aprendi ao longo de meus estudos e pesquisas realizados em minha carreira acadêmica.
A verdade é que quando se fala em Sustentabilidade, primeiramente precisamos entender que qualquer ação antrópica (atividades humanas) causa algum impacto ao meio ambiente. Uma vez que decidimos utilizar algum espaço para realizar alguma prática (uma construção de uma casa, por exemplo), estamos causando uma modificação no ambiente natural em prol de um ambiente construído satisfatório ao nosso cotidiano.

É essa transformação que deve ser entendida como um impacto ambiental. Quando fazemos um loteamento onde antes era uma área arborizada, quando jogamos um lixo na rua e a chuva vem e entope os bueiros e até mesmo quando exploramos os recursos não renováveis do planeta em uma velocidade maior em que a natureza pode acompanhar, estamos causando algum tipo de impacto, cada um em sua proporção.



Em segundo lugar, precisamos entender que, no mundo em que vivemos hoje é impossível alguém dizer que é totalmente sustentável, a única oportunidade que temos é de conseguir minimizar os impactos gerados ao ambiente com atitudes mais responsáveis.

Quando você for ao supermercado e deixar de usar uma sacola plástica, quando você segura seu lixo na mão enquanto estiver andando pelas ruas até achar um cesto de lixo, quando você economizar a água de seu banho e até mesmo quando analisar bem os produtos que compra e optar por aqueles que seguem melhor os princípios de sustentabilidade.



Como Arquiteto e Urbanista, transfiro muito dessa preocupação para o meu setor. Se você ainda não sabe, o setor da construção civil é considerado o maior causador de impactos ao meio ambiente. Os resíduos gerados na construção correspondem a 60% do lixo produzido em uma cidade. Essa porcentagem tende a crescer devido ao número de novas construções realizadas no país.

Felizmente já é possível encontrar algumas soluções mais ‘sustentáveis’ na hora de construir. Além disso, alguns projetos de casas sustentáveis vêm sendo desenvolvidas por algumas empresas, amparadas em sistemas de certificação de edificações que guiam todas as atividades.

As certificações cobrem o papel de gerir uma avaliação criteriosa de requisitos para incentivar e manter práticas sustentáveis entre os proprietários, usuários e operadores, no intuito de reduzir o impacto ambiental ao longo de todo ciclo de vida da edificação. São adotados critérios de avaliação, como: uso eficiente de água e energia, qualidade do ar e ambiente interno, gestão de resíduos, implantação e orientação da edificação, uso de recursos naturais, entre outros.

Um dos primeiros sistemas de certificação de edificações é o LEEDTM (Leadership in Energy and Environmental Design), elaborado nos Estados Unidos. Hoje já existem vários empreendimentos certificados com esse selo no mundo inteiro.
Além do LEEDTM, outros sistemas foram criados em outros países, de forma a adaptar suas certificações às características específicas de cada região. Dessa forma, é possível observar que um desses países tem procurado se adequar cada vez mais a essa preocupação de proporção global. No quadro abaixo você pode visualizar uma tabela das certificações internacionais mais influentes atualmente.

Sistema de Certificação
País / Região
Green Star
Austrália
Green Star
Nova Zelândia
GBC
Canadá
BEPAC
Canadá
Green Globes
Canadá
DGNB
Alemanha
MINERGIE
Suíça
BREEAM
Reino Unido
SBTool
República Tcheca
HQE
França
EPBD
Portugal
LIDER A
Portugal
SBAT
África do Sul
GBAS
China
HK-BEAM
Hong Kong
CASBEE
Japão
GRIHA
India
Green Mark
Singapura
EEWH
Taiwan

Dentre os sistemas listados acima, o HQE também tem se tornado um grande referencial. Não é à toa que um sistema de certificação nacional foi construído baseado nele.
O AQUA (Alta Qualidade Ambiental) foi elaborado e adaptado para a situação brasileira e segue a mesma avaliação multicritérios do referencial francês. Com 14 Categorias de análise, ele se subdivide em 4 famílias, como se pode ver na tabela a seguir.

14 Categorias do AQUA
Eco-Construção
1
Relação harmoniosa da construção com o entorno imediato
2
Escolha integrada dos processos de construção
3
Obra com poucos incômodos
Eco-Gestão
4
Gestão da energia – fontes energéticas
5
Gestão da água
6
Gestão das sobras das atividades
7
Gestão da manutenção
Conforto
8
Conforto higrotérmico
9
Conforto acústico
10
Conforto visual
11
Conforto olfativo
Saúde
12
Condições de saúde (dentro do edifício)
13
Qualidade do ar (dentro do edifício)
14
Qualidade da água (dentro do edifício)



Olá, pessoas!

Resolvi começar a esquentar de novo esse blog!

Em breve começarei a postar mais matérias sobre meus interesses e curiosidades de Arquitetura.

Obrigado pela visita!

10 maio 2011

CHARLES MOORE

Charles Willard Moore nasceu em Benton Harbor, Michigan em 1925. Formou-se em arquitetura pela Universidade de Michigan em 1947. Nos anos seguintes, trabalhou em São Francisco, serviu dois anos ao Corpo de Engenheiros do Exército, e recebeu o título de Ph.D em História da Arquitetura pela Universidade de Princeton.


Moore foi professor durante grande parte de sua carreira, em Berkeley, Yale, e Los Angeles. Como arquiteto praticante, muito de seu trabalho foi desenvolvido no escritório "MLTW" - Moore, Lyndon, Turnbull, Whitaker.



MLTW foi fundada em Berkeley, California em 1962. O escritório ganhou proeminência profissional com o projeto do Sea Ranch Condominium em 1964.


MLTW enfatizava diversos temas principais em seus projetos, como o uso de elementos que sugerem a presença de pessoas e que descrevem o corpo humano. Também ativava espaços provendo estruturas que encorajassem interação humana. MLTW criava espaços ativos que geravam orgulho da propriedade enquanto admitiam variados usos.


A partir de seus estudos em Princeton, Moore desenvolveu uma abordagem humanística em que cada projeto tentar engajar usuários em um espaço claramente definido. Para ativá-los efetivamente e gerar sínteses, Moore cria uma justaposição cinética de formas não-relacionadas.


Durante a passagem de Moore por Yale, ele deslocou a ênfase do projeto, do formalismo arquitetônico para um reexame da natureza e função da arquitetura no mundo atual. Moore projetou diversos edifícios durante este período que caracterizou sua dissidência com a posição moralista que muito da arquitetura moderna assume.


Moore acreditava que aquela arquitetura trazia respostas de todos os sentidos, não apenas o visual. Ele sentia que aquela arquitetura deveria se basear na preferência do cliente e sobre uma referência simbólica para o lugar. Ele intencionalmente cria arquitetura que combina história, mito e criatividade. Ao invés de usar a arquitetura para moralizar um ideal, ele usa isso para provocar um envolvimento que estimula o cliente.


(em construção)




29 outubro 2010

Giuseppe Terragni



Giuseppe Ercole Enea Terragni Giamminola (1904 – 1943) foi um grande arquiteto italiano e de quem eu gostaria de registrar minha grande admiração de seu trabalho.




Tive o prazer de conhecer sua biografia ainda na faculdade, quando minha professora de Teoria 3 me pediu que fizesse uma pesquisa sobre ele.




Giuseppe nasceu na cidade de Meda e aos 5 anos se mudou com a família para a cidade de Como. Seu pai era um construtor civil, talvez seja essa sua primeira influência para seguir com a arquitetura.




Assim que terminou sua educação básica, Giuseppe se inscreveu no Instituto Técnico Cajo Plínio Secondo, considerado o melhor estabelecimento de ensino de Ciências puras.



Em 1921 começa seus estudos sobre arquitetura na Escola Politécnica de Arquitetura em Milão, onde se destaca como aluno exemplar, ainda que descordando com o genero de ensino ministrado.


No período 1926-1927, forma o designado Grupo 7 , que publica diversos artigos na revista Rassegna Italiana , e que no seu conjunto constituem o Manifesto do Racionalismo Italiano. Este grupo propõe uma arquitetura moderna radical, que não entraria necessariamente em ruptura ou contradição com a herança arquitetônica italiana.

Influenciados em grande parte por Le Corbusier e todas as suas ideias e propostas inovadoras, modernas e revolucionárias, bem como pelo visionarismo do movimento futurista, pelos seus princípios e pela sua estética, propõem uma arquitetura rigorosamente fundamentada na lógica e na razão. Este racionalismo difundiu-se, sobretudo no Norte de Itália, particularmente em Milão, Turim e Como, epicentro do florescimento econômico e industrial, em particular da produção automotiva.


Essencialmente por esta perspectiva e numa 1.ª fase, Terragni pratica uma arquitetura experimentalista, inovadora, modernista e racional, que não rejeita a arquitetura tradicional, estabelecendo com ela paralelos abstratos ou atemporais da arquitetura, como a luz, o ritmo, a proporção; as transparências e a tridimensionalidade do espaço constituem uma auto-representação.

Entretanto, no período 1928-1933, Terragni entra em polêmica aberta na defesa de sua ideologia arquitetônica: o movimento racionalista, com o apoio político do Estado e uma ampla produção arquitetônica.

Profissionalmente, Terragni estabelece-se em 1927 em Como, com o irmão, engenheiro. Em 1930 participa na 1.ª mostra de arquitetura racionalista, em Roma, e em 1933 está ligado ao CIAM de Atenas (Congresso Internacional de Arquitetura Moderna).

Entre 1933-1935 trabalha em parceria com o arquiteto Pietro Lingeri, período de que datam as obras mais importantes e consistentes, na sua maioria na cidade de Como, entre edifícios institucionais, de habitação e outros, como desenho de mobiliário, exposições e monumentos. Em 1940 publica um artigo no Ambrosiano de Como, que atesta a sua militância na arquitetura racionalista.


Em 1939 ingressa no exército, partindo em 1942 para a Rússia como capitão.


A sua obra mais emblemática em todos os aspectos, desde o equilíbrio das proporções à plasticidade comedida, passando pela representatividade urbana, cívica e política, é a Casa del Fascio, Como (1932-1936). Sede local do partido fascista, apresenta com igual importância quer os requisitos formais e estéticos do moderno-racionalismo, quer temas clássicos da arquitetura italiana desde o Império Romano, abordados não de modo literal, mas transpostos num registro abstrato de elementos essenciais.




Igualmente importante é o edifício de habitação Novocomum, Como (1927-1929), sobretudo por se tratar de uma das primeiras obras e que contém expressa com grande clareza as premissas do racionalismo, de um modo pouco sutil, quase como um manifesto.






(em construção)